1.
Esse caracol pode transmitir ao
ser humano o verme Angiostrongylus
cantonensis causador de meningite,
por ser o hospedeiro natural dele
·
·
Nome Popular Caramujo-africano, acatina, caracol-africano, caracol-gigante,
caracol-gigante-africano, caramujo-gigante, caramujo-gigante-africano,
rainha-da-áfrica, falso-escargot
·
Nome Científico: Achatina
fulica
·
Família: Helicidae
·
Filo: Mollusca
·
Partes Afetadas: Folhas, flores, frutos, caule
·
Sintomas: Partes das plantas roídas, rastros de secreção sobre as plantas e
vasos
Em Rio Real, na rua Cel Bevenuto a comunidade sofre
com um ataque de caramujos africanos
Ele é grande, mede de 10 a 20 cm e pesa até meio
quilo e, é danado para comer plantas e frutas que vê pela frente. Muito cuidado
com o Caramujo Africano! Transmite doenças através da gosma que deixa na pele
das pessoas, em hortaliças e frutas e por onde passa. Ataca o intestino, dá dor
na barriga, febre, enjôo, vômitos, diarréia, dor de cabeça e até meningite. Se
esbarrar com algum por aí, fique longe, o Caramujo Africano pode causar até a
morte!
Todo o Cuidado com ele!
Evite o contato direto; proteja as mãos com luvas de borracha ou saco plástico, se tiver que pegar no bicho; Fale em casa para lavar bem as verduras, legumes e frutas que entraram em contato com ele. E depois, deixar em 1 litro d´água, com 1 colher de sopa de água sanitária por 15 ou 30 minutos. Daí, lavar com água potável.
ELE PARECE INOFENSIVO, MAS, NÃO É!!!
Todo o Cuidado com ele!
Evite o contato direto; proteja as mãos com luvas de borracha ou saco plástico, se tiver que pegar no bicho; Fale em casa para lavar bem as verduras, legumes e frutas que entraram em contato com ele. E depois, deixar em 1 litro d´água, com 1 colher de sopa de água sanitária por 15 ou 30 minutos. Daí, lavar com água potável.
ELE PARECE INOFENSIVO, MAS, NÃO É!!!
QUE DOENÇAS O CARAMUJO AFRICANO PODE TRANSMITIR?
1 - ANGIOSTRONGIALIASE MENINGOENCEFALICA: é causado
pelo verme localizado na secreção do caramujo.
SINTOMAS: dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso. Pode levar a cegueira e a paralisia.
2 – ABGIOSTRONGILIASE ABDOMINAL: doença grave, também causada pelo verme localizado na secreção do caramujo.
SINTOMAS: dor abdominal, febre prolongada, falta de apetite, vômitos, náuseas, mal-estar. Pode levar á morte por perfurar o intestino e causar hemorragias.
VOCÊ TAMBÉM PODE AJUDAR A COMBATER O CARAMUJO AFRICANO
PARA ELIMINÁ-LO TOME ALGUNS CUIDADOS:
SINTOMAS: dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso. Pode levar a cegueira e a paralisia.
2 – ABGIOSTRONGILIASE ABDOMINAL: doença grave, também causada pelo verme localizado na secreção do caramujo.
SINTOMAS: dor abdominal, febre prolongada, falta de apetite, vômitos, náuseas, mal-estar. Pode levar á morte por perfurar o intestino e causar hemorragias.
VOCÊ TAMBÉM PODE AJUDAR A COMBATER O CARAMUJO AFRICANO
PARA ELIMINÁ-LO TOME ALGUNS CUIDADOS:
Pegue-os com luvas ou sacos plásticos nas mãos;
Cave um buraco de aproximadamente 80cm e jogue-os dentro;
Coloque fogo ou jogue cal virgem dentro do buraco;
Enterre o buraco para evitar contaminação.
Cave um buraco de aproximadamente 80cm e jogue-os dentro;
Coloque fogo ou jogue cal virgem dentro do buraco;
Enterre o buraco para evitar contaminação.
·
sobre as plantas e vasos
O caramujo-africano é uma espécie
considerada praga em diversos países no mundo todo. Foi introduzido ilegalmente
no Brasil na década de 80, com o intuito de oferecer um susbtituto mais
interessante economicamente e de maior peso que o escargot verdadeiro (Helix aspersa). Em pouco tempo de criação se verificou que o animal não tinha boa
aceitação pelo mercado consumidor brasileiro, o que provocou a desistência da
maioria dos criadores, que se desfizeram dos animais de forma errônea:
liberando os caramujos emjardins, matas ou simplesmente colocando-os no lixo.
Estes caramujos não encontraram
predadores naturais à sua altura e se multiplicaram rapidamente, invadindo
diversos tipos de ecossistemas brasileiros. Como são hermafroditas (possuem os
dois sexos em um mesmo animal) e realizam a autofecundação, basta apenas um
indivíduo para que a praga se alastre, afinal são cerca de 400 ovos ano ao por
caramujo.
O caramujo-africano é um molusco
grande e escuro, com até 15 cm de comprimento e 200 gramas de peso. Sua concha é alongada e cônica, com manchas claras. Ele
não deve ser confundido com os moluscos brasileiros. Os nativos aruás-do-mato (Megalobulimus sp) têm importante papel ecológico, além de servirem de alimento e como
matéria prima no artesanato dos índios. Eles têm a borda da abertura da concha
espessa, enquanto que o caramujo-africano tem esta borda cortante.
Os caramujos-africanos são conhecidos
por serem hospedeiros de duas espécies de verminoses que acometem os seres
humanos. A angiostrongilíase meningoencefálica, causada pelo Angiostrongylus cantonensis e angiostrongilíase abdominal, cujo agente é o Angiostrongylus costaricensis. Apesar da angiostrongilíase abdominal ser ocasionalmente diagnosticada
no Brasil, geralmente ela está relacionada com outros hospedeiros, entre
caracóis e lesmas, que não incluem o caramujo-africano. No entanto, estas
doenças são bons argumentos para que o controle do caramujo-africano seja mais
efetivo.
A invasão do caramujo-africano é
atualmente muito mais relevante no aspecto ecológico do que no agrícola ou
sanitário. Este caramujo está invadindo ecossistemas e ocupando um lugar que
não é seu. Reduzindo assim a diversidade de espécies. Além de devorar folhas,
flores e frutos, causando um enorme estrago em plantas de importância agrícola,
ornamental e ecológica ele também é canibal, alimentando-se de ovos e jovens
caracóis de sua mesma espécie, como forma de obter cálcio para sua concha
em ambientescom escassez deste elemento.
Este caramujo é resistente a períodos
de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Como outros caracóis, ele
aprecia a umidade e a sombra, se locomovendo e se alimentando mais à noite e em
dias nublados e chuvosos. É capaz de escalar muros e árvores e desta forma
transpor de um terreno a outro.
Ao se depararem com infestações de
caramujo-africano, as pessoas logo pensam em venenos para controlá-los.
Infelizmente os caracóis e lesmas em geral são muito resistentes a venenos e os
únicos produtos comerciais disponíveis que se mostram um pouco eficientes
(metaldeídos), demonstram elevada toxicidade para os seres humanos e outros
animais, de forma que a utilização de pesticidas não é o método de controle
atual mais indicado para estes moluscos.
A pesquisas de substâncias eficientes
têm se revelado muito importantes neste sentido. A cafeína por exemplo,
estudada pelos americanos Robert Hollingsworth, Jonhn Armstrong e Earl Campbel
apresenta resultados interessantes. Assim como o látex da coroa-de-cristo (Euphorbia splendens hislopii), que está sendo testado no combate ao caramujo-gigante-africano pela
equipe coordenada pelo pesquisador Maurício Vasconcellos.
O controle do caramujo-africano
consiste na catação e destruição dos caramujos. Jamais coloque-os no lixo, pois
estará disseminando o problema. Também não coloque sal nos animais pois assim
contaminará o solo. O preconizado é o seguinte:
· Utilize luvas descartáveis para pegar e manusear os animais
· Proteja a pele e as mucosas: não coma, fume ou beba durante o manuseio
do caramujo
· Coloque os caramujos em dois sacos plásticos e quebre suas conchas,
pisando em cima
· Enterre-os em valas com pelo menos 80 cm de profundidade, longe de
cisternas, poços artesianos ou do lençol freático
· Aplique cal virgem sobre os caramujos quebrados (cuidado, a cal queima a
pele)
· Feche a vala com terra
· Retire as luvas e lave muito bem as mãos após isso
É possível também utilizar iscas
atrativas, que facilitam a catação. Papas de farelo de trigo com cerveja atraem
caramujos a metros de distânica. Cascas de frutas e legumes, estopas embebidas
em cerveja ou leite, assim como simples pedaços podres de madeira que lhes
servem de abrigo. Verifique as iscas diariamente e não esqueça de protegê-las
da chuva e do sol. Coloque-as em locais úmidos e frescos. Preferencialmente
sobre a terra. Manter o jardim limpo de folhas mortas e frutos caídos também
irá afastar os bichos, e desta forma ainda estará prevenindo outras doenças e
pragas, como podridões de origem fúngica e bacteriana, moscas-das-frutas, etc.
Não esqueça: as pragas só vivem e se multiplicam onde lhes é oferecido abrigo,
comida e água.
O Instituto Oswaldo Cruz
disponibiliza atendimento e informações sobre o caramujo-africano pelo telefone
(21) 2598-4380 ramal 124.
Fotos e pesquisa:Edinaldo Nascimento

Nenhum comentário:
Postar um comentário