Assim pensa o filósofo existencialista francês Jean Paul Sartre, na sua obra, três personagens estão confinados em um ambiente fechado (segundo o autor, estão no inferno e cada um é o carrasco dos outros dois). Não exatamente dessa maneira, mais de certa forma todos estamos sujeitos a essa situação.
Isso porque vivemos em sociedade, uma espécie de coletividade, o contato com as pessoas é inevitável e a impressão que passamos pra elas também.
Cada um de nós tem uma espécie de farejador dentro de nós que nos fazem julgar as pessoas, seja pelas atitudes, pelas vestimentas ou qualquer outra característica , o fato é , estamos a mercê do julgamento, o que nos fazem os carrascos a quem Sartre se refere.
Possa ser que nem todos façam por querer, as vezes nem percebem que estão mais uma vez a apontar e criticar sobre a vida alheia, mas mesmo assim, o resultado é o mesmo, as tais “vitimas” acabam se sentindo reprimidas e deixam de viver e ser feliz por medo do que os outros vão falar.- Não generalizando, claro.
Aquela pessoa a qual uns rotulam de chato pode ser a que mais precisa de ajuda, ou esse pode ser o jeito dela de levar a vida.
E qual a finalidade disso tudo? Ninguém é perfeito, o mundo é feito de contrastes, pois qual seria a graça se todos fossem iguais?Nenhuma, não é mesmo? O fantástico da vida é isso, é esperar o novo, inovar, ousar, simplesmente sendo você, e aceitando o outro como ele é.
Porque na verdade o que importa não é a marca da roupa que você usa, a cor do seu cabelo, ou se você tem tatuagens, mas sim o caráter, isso realmente define quem você é, e não é algo que possa se adquirir de uma dia para outro, ou que se encontre numa barraca na 25 de Março, vai muito mais além do que isto, muito mais mesmo.
Então que comecemos uma rotina diferente, permitindo aos outros a liberdade e a doçura da vida, porque esses julgamentos e interferências não servem de nada , quando em excesso, mas vamos combinar ,elas nunca são bem-vindas, pois falar é fácil , escutar, isso sim , é o difícil.
Saibam que nem todas pessoas pensam como você, ou seja, o que no seu conceito é errado , no de outro individuo pode ser completamente aceitável.Enfim, ninguém precisa ser perfeito, você é feliz? Isso que importa. Vão viver intensamente, pois todos nós terminamos do mesmo jeito.
Cada um de nós tem uma espécie de farejador dentro de nós que nos fazem julgar as pessoas, seja pelas atitudes, pelas vestimentas ou qualquer outra característica , o fato é , estamos a mercê do julgamento, o que nos fazem os carrascos a quem Sartre se refere.
Possa ser que nem todos façam por querer, as vezes nem percebem que estão mais uma vez a apontar e criticar sobre a vida alheia, mas mesmo assim, o resultado é o mesmo, as tais “vitimas” acabam se sentindo reprimidas e deixam de viver e ser feliz por medo do que os outros vão falar.- Não generalizando, claro.
Aquela pessoa a qual uns rotulam de chato pode ser a que mais precisa de ajuda, ou esse pode ser o jeito dela de levar a vida.
E qual a finalidade disso tudo? Ninguém é perfeito, o mundo é feito de contrastes, pois qual seria a graça se todos fossem iguais?Nenhuma, não é mesmo? O fantástico da vida é isso, é esperar o novo, inovar, ousar, simplesmente sendo você, e aceitando o outro como ele é.
Porque na verdade o que importa não é a marca da roupa que você usa, a cor do seu cabelo, ou se você tem tatuagens, mas sim o caráter, isso realmente define quem você é, e não é algo que possa se adquirir de uma dia para outro, ou que se encontre numa barraca na 25 de Março, vai muito mais além do que isto, muito mais mesmo.
Então que comecemos uma rotina diferente, permitindo aos outros a liberdade e a doçura da vida, porque esses julgamentos e interferências não servem de nada , quando em excesso, mas vamos combinar ,elas nunca são bem-vindas, pois falar é fácil , escutar, isso sim , é o difícil.
Saibam que nem todas pessoas pensam como você, ou seja, o que no seu conceito é errado , no de outro individuo pode ser completamente aceitável.Enfim, ninguém precisa ser perfeito, você é feliz? Isso que importa. Vão viver intensamente, pois todos nós terminamos do mesmo jeito.
Michelle Oliveira.
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