POR:Edinaldo nascimento
Os povoados Tanque do Ribeiro e Lagoa de Baixo vivem a tenção e o medo. Hoje(26-11-2012) Estive por lá conversando com as pessoas e uma notícia triste ouvi. Já na primeira casa que chamei as pessoas amedrontadas de longe olhavam para perceber se era alguém conhecido; uma senhora logo perguntou: _Está de moto meu filho? E a mesma informava que naquele instante alguém teria sido roubado, mais uma moto era levada (próximo a faixa) por um meliante que deixara um cidadão de bem andando a pé. Segundo moradores do tanque do Ribeiro um cidadão tivera sua moto roubada e os bandidos o amarraram e o cercaram com folhas secas ateando fogo nas folhas que posteriormente atingiriam o rapaz. Aqueles povoados clamam por segurança, desejam terem de volta dias de paz. Afinal a maioria dos moradores dessas localidades são pequenos e médios agricultores e citricultores que vão às suas "roças" de moto, e agora o medo toma conta, o pavor impera e de portas fechadas as donas de casa tem como recepcionistas cães que latem informando a chegada de um desconhecido. Todas as pessoas que ali entrevistamos repetiam a mesma coisa, informando o medo, o pânico, o pavor. _Eles além de roubar fazem malvadeza, meu filho passou por eles, mas, nada fizeram pois a moto dele é uma bis velha e sem muito valor disse uma senhora a lagrimejar, deixando cair dos olhos a expressão concreta do que está a viver. _No meu tempo de mais nova não existia isso disse uma outra mulher que conosco conversava. Uma jovem temerosa explicava as razões pelas quais ela não adquirira ainda uma moto, dizendo que esse tipo de veículo é convite para ladrão e que sonhava em possuir, mas, temia perder a moto e a vida. O que significa que ladrões não roubam apenas bens materiais, eles roubam sonhos e ilusões, roubam realizações, roubam ideais e tudo mais. A liberdade escravizada de um povo amedrontado que agora desejam apenas seguros estarem em suas casas. Transitar com liberdade, almejam com intensidade e fervor. Assim sendo, prisioneiros somos nós da falta de liberdade para ser e possuir, para ir e para vir. Somos então prisioneiros de tudo enfim. Nos becos e guetos da vida, nas praças e avenidas, nos lados e povoados onde existir uma vida ai também está o medo, e o temor desta onda que invade e assola o Brasil no campo e na cidade a violência e a criminalidade. Lagoa de baixo e Tanque do Ribeiro clamam a falta de segurança e ao mesmo tempo nos faz ver a esperança nos olhos de quem só tem a DEUS para os proteger.
Os povoados Tanque do Ribeiro e Lagoa de Baixo vivem a tenção e o medo. Hoje(26-11-2012) Estive por lá conversando com as pessoas e uma notícia triste ouvi. Já na primeira casa que chamei as pessoas amedrontadas de longe olhavam para perceber se era alguém conhecido; uma senhora logo perguntou: _Está de moto meu filho? E a mesma informava que naquele instante alguém teria sido roubado, mais uma moto era levada (próximo a faixa) por um meliante que deixara um cidadão de bem andando a pé. Segundo moradores do tanque do Ribeiro um cidadão tivera sua moto roubada e os bandidos o amarraram e o cercaram com folhas secas ateando fogo nas folhas que posteriormente atingiriam o rapaz. Aqueles povoados clamam por segurança, desejam terem de volta dias de paz. Afinal a maioria dos moradores dessas localidades são pequenos e médios agricultores e citricultores que vão às suas "roças" de moto, e agora o medo toma conta, o pavor impera e de portas fechadas as donas de casa tem como recepcionistas cães que latem informando a chegada de um desconhecido. Todas as pessoas que ali entrevistamos repetiam a mesma coisa, informando o medo, o pânico, o pavor. _Eles além de roubar fazem malvadeza, meu filho passou por eles, mas, nada fizeram pois a moto dele é uma bis velha e sem muito valor disse uma senhora a lagrimejar, deixando cair dos olhos a expressão concreta do que está a viver. _No meu tempo de mais nova não existia isso disse uma outra mulher que conosco conversava. Uma jovem temerosa explicava as razões pelas quais ela não adquirira ainda uma moto, dizendo que esse tipo de veículo é convite para ladrão e que sonhava em possuir, mas, temia perder a moto e a vida. O que significa que ladrões não roubam apenas bens materiais, eles roubam sonhos e ilusões, roubam realizações, roubam ideais e tudo mais. A liberdade escravizada de um povo amedrontado que agora desejam apenas seguros estarem em suas casas. Transitar com liberdade, almejam com intensidade e fervor. Assim sendo, prisioneiros somos nós da falta de liberdade para ser e possuir, para ir e para vir. Somos então prisioneiros de tudo enfim. Nos becos e guetos da vida, nas praças e avenidas, nos lados e povoados onde existir uma vida ai também está o medo, e o temor desta onda que invade e assola o Brasil no campo e na cidade a violência e a criminalidade. Lagoa de baixo e Tanque do Ribeiro clamam a falta de segurança e ao mesmo tempo nos faz ver a esperança nos olhos de quem só tem a DEUS para os proteger.
QUANDO UM MARGINAL COM ARMA EM PUNHO SE COLOCA DEFRONTE DE UM CIDADÃO DE BEM SÓ MESMO A FÉ O FAZ SUPORTAR O GIGANTESCO MEDO QUE TOMA O CORPO INTEIRO O FAZENDO TREMER, TEMENDO PERDER O SEU PRINCIPAL BEM QUE NADA MAIS É QUE A VIDA.
Confiamos no trabalho da polícia e acreditamos que em breve estes que semeiam o terror estarão de traz das grades vendo o sol nascer triangular no frio lar lugar de quem não possui temor por DEUS nem pela lei. Ladrões de sonhos, de paz, ladrões de vida!
Edinaldo Nascimento.
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